Aqui jaz Cabral

ladeira abaixo²

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Do G1:

Pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta quinta-feira (25) mostra que 12% dos eleitores avaliaram como “bom ou ótimo” o governo de Sérgio Cabral (PMDB) no Rio de Janeiro.

O Ibope também perguntou aos eleitores se aprovam a maneira de governar do governador. 29% disseram que sim. Já o percentual de eleitores que manifestaram ao Ibope confiança no governador foi de 25%.

87% dos entrevistados consideram que governador e secretários utilizam mal ou muito mal os recursos públicos.

Saindo do Foco:

Por Murilo Silva

Cabral lidera a queda entre aqueles governadores que representam a vanguarda do atraso.

Ao lado de Geraldo Alckmin e Marcone Perillo, Cabral tem o governo com pior avaliação.

Os mais bem avaliados são Eduardo Campos, do PSB, Cid Gomes, do PSB, e Beto Richa, um tucano do século XXI.

lista completa:

Bahia
– Ótimo/bom: 28%. 

Ceará
– Ótimo/bom: 40%. 

Espírito Santo
– Ótimo/bom: 29%. 

Goiás
– Ótimo/bom: 21%. 

Minas Gerais
– Ótimo/bom: 36%. 

Paraná
– Ótimo/bom: 41%.

Pernambuco
– Ótimo/bom: 58%. 

Rio de Janeiro
– Ótimo/bom: 12%.

São Paulo
– Ótimo/bom: 26%. 

Rio Grande do Sul
– Ótimo/bom: 25%.

Santa Catarina
– Ótimo/bom: 30%. 

A presidente Dilma também teve queda vertiginosa, foi de 55% à 31% na aprovação de governo.

50% dos entrevistados dizem não confiar na presidente.

No parlamentarismo, o governo já tinha caído.

Mas para desgraça eterna de José Serra, o regime é presidencialista, e a situação de Dilma é absolutamente reversível.

Veja aqui porque a Dilma não só é a candidata – para o desespero de Dâmocles – como é a melhor candidata para vencer 2014.

Mas para Cabral está acabado. Morreu.

A bola pune, diria o outro, e em nenhum lugar do Brasil isso é tão verdade quanto no Rio de Janeiro.

Ao contrario dos paulistas, o eleitor carioca é capaz de surpreender seus governantes.

Foi assim quando, contra tudo e todos, elegeu Leonel Brizzola em 82.

Cabral está acabado, assim como Garotinho acabou antes dele, e como Marcello Alencar antes de Garotinho.

O Rio de Janeiro está em chamas hoje pelo erro de ter depositado a pauta progressista do estado nas mãos do PMDB.

A candidatura de Pezão é natimorta, se Lindbergh não emplacar por conta da ressaca situacionista – Cabral, quando vivo, foi linha de frente na aliança com o PT – periga o Freixo herdar a terra.

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Sobre Murilo Silva

Jornalista por acidente.
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