Fora de Foco FM: o videokê de Marina Silva

Pro Bruno Pavan

Este editor se surpreendeu com a decisão de Marina Silva, após o fracasso da Rede, de se filiar ao PSB para ser vice de Eduardo Campos.

Como num programa de FM na madrugada, o PPS de Roberto Freire, após ser botado pra escanteio por Marina, mandou seu recado para a ex-senadora em forma de música: Eduardo e Marina, uma paródia de Eduardo e Mônica, da Legião Urbana:

Clique aqui pra lê-la.

Se preferir, escute a original:

Este blog, com exclusividade, teve acesso a reunião de confraternização de Marina, Eduardo, PT, PSDB e PPS num videokê.

Após Bob Freire subir ao palco e cantar sua paródia, diretamente do Planalto Central, chegou a vez de Marina subir ao palco e responder.

Sempre educada e sensível, a ex-senadora mandou Chico Buarque:

“Deixe em paz meu coração, que ele é um copo até aqui de mágoa”

Depois, como uma verdadeira rock star, arrancou aplausos da plateia:

“Disparo contra o sol, sou forte sou por acaso, a minha metralhadora cheia de magoas…

Com o clima quente, Lula, que até então estava quieto na sua mesa, pediu a vez. Dilma, que tuitava , foi pega pelo braço.

Eles subiram ao palco, olharam no fundo dos olhos de Marina e Eduardo e mandaram:

“Diga que já não me quer, negue que me pertenceu, que eu mostro a boca molhada e ainda marcada pelo beijo seu”

Depois Dilma avistou Mantega chegando e desceu do palco pra uma reunião de emergência.

Lula então chamou seu MPB4 e junto com Antonio Palocci, José Dirceu e José Genoíno cantaram:

Me vejo a teu lado/ Te amo?/ Não lembro

Marina, alterada com o atraso da chegada de seu tofu, pegou o microfone novamente e lembrou de um clássico de Elis:

Mas que malandro sou eu pra ficar dando colher de chá, seu eu não tive colher? Vou deitar e rolar

Empolgada com os febris pedidos de bis da parte à direita da plateia, chamou seu novo companheiro ao palco e mandaram um pagode do bom:

“Às vezes ela é dengosa/ Às vezes é bicho de peçonha”

Eis que quando tudo parecia encerrado, um tapete azul surge no meio do salão. De fardão imortal, FHC aparece imperial. Assim que ouve os primeiros acordes da música escolhida, Lula corre e sobe ao palco.

O improvável dueto encerra a noite magistralmente:

“Teresa é da praia, não é de ninguém, não pode ser tua, nem minha também”

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